Amor e Perdão foram os temas abordados no encerramento da campanha Cinco Degraus Apostólicos para Vencer a Paralisia, que aconteceu na noite de sexta-feira (5/02) em todas as igrejas Renascer em Cristo, e no Espaço Renascer, onde houve a ministração feita pelo Pastor Felipe e pelo Bispo Lalá.
O culto teve a ministração dupla, porque na mesma noite foram pregados dois temas da campanha: o Amor e o Perdão.
Como nos dias anteriores da campanha, que teve início na terça-feira (2/02), foi uma noite cheia da unção e do Poder de Deus. O povo recebeu, além da palavra baseada no texto bíblico de Lucas 7.46 e de João 5.1 a 11, sobre o Tanque de Betesda, o envio para viver o novo tempo profetizado pelo Apóstolo Estevam e pela Bispa Sonia em todos os dias da campanha.
A palavra destacou o relacionamento de Jesus com uma mulher pecadora, mostrando o amor e o perdão de Deus sobre a vida daqueles que desejam ter uma vida diferente, uma nova vida na presença do Senhor. Jesus amou e perdoou aquela mulher que era ignorada pela sociedade por sua condição fora dos padrões morais. “Os religiosos não conseguem subir esses degraus”, afirmou o Bispo Lalá.
Também foi ensinado sobre o amor de Jesus que curou a paralisia daquele homem inerte há 38 anos. Com a presença de Jesus Cristo naquele local, as águas espirituais se moveram em favor daquele paralítico e ele foi tocado pelo amor de Jesus.
O Bispo disse ainda que “esses dois degraus, amor e perdão, andam juntos sempre. Pois quando você sobre o degrau do amor precisa subir o degrau do perdão”.
Muitas pessoas foram tocadas pela palavra, que havia sido ministrada de forma especial pelo Apóstolo Estevam na Noite de Poder - que acontece todas as quartas-feiras, a partir das 19h30, no Espaço Renascer, em São Paulo -, e que gerou a campanha dos Cinco Degraus.
No final, dezenas de pessoas foram ao altar receber o amor e o perdão, e também liberar esses sentimentos nas vidas. Foi uma noite de clamor e grande mover do Espírito Santo de Deus, que trouxe cura, libertação e salvação ao povo.
Adriana Bernardo |